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the2ofus QUANDO A MORTE É UM DIREITO
Escrito por *Bê*Ana* às 11h44 [] [envie esta mensagem] Voto Facultativo No Brasil o voto deveria ou nao ser facultativo no brasil, e funcionaria??? "Com a categoria de políticos que atuam no Brasil, se o voto tornar-se facultativo, ninguém mais irá ao pleito eleitoral. A irresponsabilidade liquidou os partidos. O povo está perdendo a esperança, e não acredita nas mentiras que tentam incutir na população. O Brasil está sendo conduzido na contramão. O regime militar já esta sendo aguardado, pois a desordem fala mais alto do que o amor a pátria" opiniao de Dirceu Rizelo,53- Concórdia, SC, Brasil
"Sou de opinião de que o voto deve ser facultativo, sem chavões nem motivos. A obrigatoriedade retira do cidadão a democracia. Por outro lado os canditados teriam de convencer o eleitorado a votar. Duas coisas ocorrem aí: a primeira é o exercício pleno da democracia, e a segunda é a participação voluntária, o que enriqueceria democraticamente o povo brasileiro." Escrito por *Bê*Ana* às 11h34 [] [envie esta mensagem] O FOTOLOG NAO PROIBIDO PELAS NORMAS DA CAMPO REAL!!! ![]() Escrito por *Bê*Ana* às 11h50 [] [envie esta mensagem]
rafiiiiiii tamo morrendo de saudades de vc!!!!!!!!!!!!!! te amamos beijus be Escrito por *Bê*Ana* às 11h43 [] [envie esta mensagem] http://www.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=54697 fonte do texto abaixo!!! Nao copiem!!! Escrito por *Bê*Ana* às 11h35 [] [envie esta mensagem] Violência Contra Menores Maus-tratos e abuso sexual são praticados por membros da família, na casa da vítima. Denúncias aumentam Durante o primeiro trimestre dos anos de 2000 a 2003, pelo menos 456 crianças morreram vítimas de violência doméstica em 128 municípios, distribuídos em 20 estados do País. Os dados foram levantados em uma pesquisa do Laboratório de Estudos da Criança e do Adolescente (Lacri), da Universidade de São Paulo (USP). Os números, no entanto, podem ser muito superiores. "Quando o assunto é violência doméstica praticada contra crianças, as estatísticas brasileiras são muito desencontradas", revela a coordenadora do Lacri, Maria Amélia Azevedo. O estudo da USP foi baseado em casos levantados junto a instituições especializadas no atendimento às vítimas. De acordo com o estudo, durante os três primeiros meses do ano passado, por exemplo, ocorreram 20.757 notificações de violência doméstica praticada contra menores de idade, desde de 1996 teriam sido pelo menos 90 mil registros. "Esses números são apenas a ponta de um grande iceberg", comenta Maria Amélia. Segundo ela, na maioria dos casos, o ato de violência é praticado pelos próprios pais ou parentes próximos. "A desculpa mais freqüente é de que a agressão tinha objetivo educativo", constata a pesquisadora. Além disso, o estudo revela que maus-tratos e abuso sexual são os casos mais recorrentes de violência praticada contra menores no Brasil, responsáveis por mais da metade das ocorrências, seguidos por violência psicológica e negligência. Por se tratar de uma relação assimétrica, onde os pais ou responsáveis estão em situação privilegiada, a maioria das crianças vítimas de violência doméstica acaba se silenciando. "A nossa estimativa é que para cada denúncia, pelo menos nove ficam sob quatro paredes", afirma a coordenadora do Centro Regional de Atenção aos Maus-Tratos na Infância, Lígia Caravieri. Realidade Embora os números ainda estejam longe da realidade, as especialistas reconhecem que a implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, e a proliferação dos conselhos tutelares pelo Brasil foram ações importantes para o crescimento de denúncias de crimes praticados contra menores. "Com o estatuto, a notificação ficou mais fácil", argumenta Azevedo. Atualmente, cerca de três mil municípios brasileiros possuem conselhos instalados. Na opinião de Caravieri, no entanto, professores, médicos e vizinhos podem desempenhar papel fundamental na denúncia de novos casos. "O problema é que, no Brasil, os profissionais não estão preparados para constatar a maioria das agressões", afirma. Em âmbito federal, uma série de programas de atenção à criança está dispersa em ministérios como o da Saúde e da Assistência Social. "O objetivo é fortalecer as ações nos municípios", revela a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança da Secretaria de Direitos Humanos, Denise Paiva. Escrito por *Bê*Ana* às 11h32 [] [envie esta mensagem] LINGUAGEM E TECNOLOGIA Não pretendo aqui formular uma noção ideal de linguagem ou fundamentar uma metodologia de análise meramente descritiva. É dizer que me interesso apenas por apontar algumas observações que imagino suficientes para propiciar ou provocar uma espécie de discussão em prol de uma postura crítica, considerando a linguagem como objeto socialmente construído, como prática concreta de ação no real. Para tanto, faz-se imprescindível abolir a idéia da linguagem como mera representação do real como propõe a tradição clássica. E se a linguagem não se resume numa simples representação da realidade, cabe-nos ressaltar seu caráter ideológico. Mas como ideologia, a linguagem tem sido distorcida e a todo momento utilizada para escamotear a realidade, mascarando sua imposição para justificar a dominação e gerar uma falsa consciência; uma consciência ilusória produzida a partir da mentalidade propagandística e mercadológica da burguesia. Nesse sentido, a sociedade se ocupa da tarefa de "socializar" o desejo e privatizar os meios para uma possibilidade de realização do prazer. Nos tempos que correm, se fala constantemente no avanço da tecnologia e - em especial - da informática na comunicação. De acordo com o discurso oficial da sociedade chamada moderna (ou pós-moderna) - apesar de sua prática primitiva de sacrifícios - a máquina avançou e o homem ficou para trás. Não se trata de ignorar a tecnologia e as vantagens oferecidas por este sofisticado (algo a ver com os antigos sofistas?) mecanismo de comunicação, mas não se deve perder de vista a consciência de que toda invenção é resultado de um processo desenvolvido por muitos e se dá de acordo com as condições materiais para que ela se realize. Sendo assim, toda invenção é uma ação humana e, como patrimônio da humanidade, deve estar a serviço do bem comum e empregada para facilitar o trabalho da e para a coletividade. Mas esse suposto avanço não nos interessa ao preço da exclusão e legitimação da miséria a milhares de milhares de seres humanos e, muito menos, quando se trata de uma deificação da máquina. Não nos interessa o fetiche de uma comunicação globalizada nos moldes dos capitalismo. Pode ser que o futuro da humanidade seja a miscigenação, mas tudo deve se dar a partir do intercâmbio e das relações entre os povos e não mediante a força e a imposição de uma linguagem dita "universal", ou seja, entendida como universal por ser a forma de expressão estratégica da dominação em prol de sua hegemonia. Assim se faz também universal o deus cristão, pois se os povos colonizados não tivessem sido condenados ao temor da cruz e todas as ameaças do inferno, certamente, seria impossível que estes assimilassem ou aceitassem os mesmos valores euro-ocidentais que definem a propriedade, o trabalho escravo, a beleza padrão, as formas de organização de poder, os conceitos de justiça, etc & tal. Assim, entendendo o sistema discursivo como uma ficção e, levando em conta a alienação do sujeito quando obrigado a repetir a linguagem do outro (alteridade), poderíamos refletir sobre o processo de colonização de nossos povos e - conforme Roland Barthes - questionarmos: "- a classe dos sacerdotes não foi durante muito tempo proprietária e técnica das fórmulas, isto é, da linguagem?" Convenhamos que a palavra em si mesma já traz uma série de complicações em virtude de uma espécie de esvaziamento de sentidos numa sociedade de Babel, principalmente, quando oriunda de uma língua imposta. Escrito por *Bê*Ana* às 11h43 [] [envie esta mensagem] final do texto - Linguagem e tecnoligia Nessa relação de dependência e sem uma linguagem que lhe é própria do ponto de vista de sua identidade cultural, o homem satisfaz apenas uma necessidade criada pela e para a própria sociedade de consumo, mas as suas verdadeiras necessidades permanecem reprimidas. Ele reprime partes de suas necessidades em favor de uma outra, a saber, a de supostamente se 'plugar' com o mundo. Refiro-me ainda a uns poucos privilegiados, porque a maioria está diante da máquina apenas para cumprir uma tarefa para o famigerado mercado. Na verdade, essa 'modernidade' não é o último objetivo dos seus desejos, muito pelo contrário, ele tem a necessidade de contatos interpessoais e reconhecimento social. E essa necessidade ele acredita satisfazer somente por meio desse aparato tecnológico, mas apenas com o produto do seu trabalho alienado e somente cumprindo a ordem dada - mesmo aparentemente satisfeito nessa necessidade - permanece isolado do mundo, ele e sua máquina, sem conseguir romper com sua carência de relações. Ou seja, escolhe uma falsa satisfação das necessidades por ser a única "oferecida" pela sociedade comedora de acrílico e turistas de shopping que - asfixiados pela subjetiva ilusão de ser sujeito - estão perdidos entre os objetos e mercadorias a todo momento ameaçadas de cair em desuso para dar lugar a outra "novidade". Escrito por *Bê*Ana* às 11h43 [] [envie esta mensagem] ![]() Escrito por *Bê*Ana* às 11h34 [] [envie esta mensagem]
td bem???????? tamo meia pardida no blog aki mas jah acertamo!!! beijus!!!! Escrito por *Bê*Ana* às 11h54 [] [envie esta mensagem] |
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